VOCÊ É COMO UM LIVRO

Você é um livro, reescrito pelas mãos do Senhor, quando você o entregou em Suas mãos….

Ele pode, reescrever sua história, pode te redirecionar por caminhos retos, pode lhe ensinar do seu amor e de suas virtudes.

Escreveu seu nome no livro da Vida. Te fez resplandecer. Emprestou Sua luz para que você brilhasse. Te fez mais que vencedor….

A cada dia uma nova página era escrita, redesenhada, por mãos mais perfeitas que o mais capacitado artesão, as mãos que te criou….

Sua história não era contada por um alguém qualquer, era Deus que estava escrevendo com sua caneta especial de ouro, com tinta de ouro, pois escrever sua história, para Deus, é assim, muito valiosa.

Mas você é um livro, e pode fechar quando quiser…..

E um dia você fechou o livro….

O Livro foi parar em uma de suas prateleiras, e ali permanece………

Deus sedento para continuar escrevendo sua história não põde.

Livros na estante, em prateleiras estão sujeitos a poeiras, as páginas ficam amarelas, descolam-se, e o cupim de papel entra……..

AH, Cupim Cruel!!!

Bichinho tão pequeno, quase imperceptível. Faz um pequenino buraco pela lateral do livro e vai até seu meio. Ali começa sua devastação!!!!!

Pouco a pouco, roendo e roendo, vão se perfurando páginas e páginas, uma a uma, enquanto ele vai engordando e crescendo. Não deixa vestígios…..Ninguém sabe de sua existência…….É quase invisível.

Você olha e o livro está lá. Parece intacto, mas por dentro está sendo corroído…..

Sua capa continua bonita, basta tirar a poeira.

Você vive passando em frente a sua estante onde o livro está. Já sentiu vontade de abrí-lo novamente, até o pegou nas mãos, folhou algumas páginas, e nem percebeu o tal bichinho….

Mas você o retornou para a prateleira….Hoje a capa continua bonita, mas o bichinho está lá, corroendo…

E Deus, continua segurando a caneta…

Mas saiba, esse tal bichinho corrói tanto, que a capa um dia cairá, não haverá mais páginas que possam ser restauradas ou que possam ser lidas, recuperadas…….

A história toda foi corroída, comida, destruída por um pequeno bichinho…..destruidor, devastador!!!

Não se poderá mais utilizar o livro, nem sua capa e então, de uma história tudo o que restou foram páginas furadas, uma história destruída, uma vida contada sem história agora. Tudo por um bichinho….

Tudo porque você deixou o livro de lado….Havia outras coisas mais importantes para fazer, você mesmo quis escrever sua história, mas a escreveu onde???? Onde está sua vida??? Onde está sua história??

Onde você será colocado????

O livro corroído vai para o lixo do Mundo.

Mas hoje você está tendo a oportunidade de continuar a escrever sua história  pelas mãos de Deus.

Mesmo que existam páginas já perfuradas e corroídas pelo cupim, você pode tirá-lo, e Deus, vai reescrever as páginas furadas e vai continuar sua história por Suas mãos.

Não deixe seu livro ir parar no lixo do mundo…….

Faça ele fazer morada na prateleira de Deus!

Ele quer escrever sua história….

Escrita por Rosemeire Duschek

O EXERCÍCIO DO SACERDÓCIO

REINADO – SAUL OU EZEQUIAS???

Este texto busca em seu todo comparar o reinado do rei Saul e do rei Ezequias, a fim de que todo aquele que exerce o sacerdócio: pastores, presbíteros, líderes, ministros possam se colocar na posição de cada rei e examinar por onde e como anda seu reinado.

A abordagem permeia os caminhos da alma (psiqué) que levam cada um a exercer o sacerdócio de acordo com cada rei exposto.

Que esta simples abordagem possa elucidar-lhe para a melhoria e o bom desempenho de seu ministério e de outros que estão ao seu redor.

O livro de 1Samuel a partir do cap 12, começa a contar sobre a posse e reinado do Rei Saul.

Saul foi um rei solicitado pelo povo, pois este já não se satisfazia apenas com Samuel, o profeta, e assim Deus concedeu a este povo um rei: SAUL.

Ninguém pode negar que Saul era homem valente, valoroso e tinha as qualidades para exercer o reinado.

O povo satisfeito ficou com o rei e o seguia, obedecia seus mandatos, ia para a guerra, vencia… Entretanto, no coração de Saul existia algo que nem mesmo o profeta conseguiu identificar. A pergunta é: mas, Deus não conhece o coração?

Com certeza, Deus conhece o coração. Porém, por sua misericórdia, Deus dá a chance que homem algum concede.

Saul tinha algo em seu coração que o matava no reinado e que hoje em dia é muito comum ver isso no sacerdócio: o ciúmes, a inveja e a insegurança, esta sendo o pilar de todas as outras consequências psíquicas causadoras de tantos males nos ministérios.

Mas por que Saul tinha ciúmes? Por que tinha inveja de um menino que mal sabia colocar uma armadura, que era o caso de Davi?

Ora, vamos elucubrar a respeito de algumas posições psíquicas:

Quando no ambiente em que você foi criado, algumas condições são de extrema pressão e angústia, opressão e autoritarismo, o ser cresce de forma tal que tudo o que pensa ou deseja fazer, em seu psíquico torna-se errado, pois o certo é como seus criadores assim sempre impuseram.

A insegurança nasce da falta de saber dividir opiniões, compartilhar pensamentos, medo do futuro e sempre achar que o outro é que pode mais. Esta pessoa ao longo do tempo, torna-se egoísta, ciumenta, autoritária, imperativa, acredita que só ela sabe das coisas, não divide. Não lidera: manda. Não trabalha em equipe: tem grupos (há uma grande diferença entre equipes e grupos). Não faz discípulos. Cria galinhas e não águias para voar. Quando têm águias procura prendê-las.

Isso é um transtorno na vida ministerial de qualquer pessoa, assim foi com Saul. Sua insegurança e seu ciúme se pronunciaram de forma tão exacerbada que ele fez com que todo o povo fosse contra ele. Ele não mais auxiliava e conduzia, apenas oprimia.

Ora, ele já era Rei: mandava, instituía… Então por quê tanta insegurança, tanto medo do futuro, tanto medo de Davi?

Como já conhecemos, seu fim foi trágico. Mas antes que este fim chegasse, muito ele perturbou a vida daquele que realmente foi chamado por Deus.

Davi teve que fugir muitas vezes da morte. Se esquivar dos ataques de Saul. Ficava em cavernas…

Assim é a conduta real e psiquica de alguns sacerdotes:

  • Tem talentos em volta de si, mas sua insegurança faz com que estes sejam enterrados;
  • Tem pequenas águias em formação, mas o medo do futuro, dessa águia voar mais alto que ele mesmo, faz com que crie-os como se fossem pintinhos e os põe debaixo de suas asas;
  • Com suas palavras e suas atitudes, matam ou tentam matar (sem mesmo perceber) os sonhos e o desejo de alguns que querem ser discípulos ou tem chamados ministeriais;
  • Por conta de seu ciúme e insegurança, não acredita nos que estão a sua volta, precisa deles, mas são vistos como servos de um senhor (ele mesmo) e não do verdadeiro Senhor (Deus). Assim acredita piamente que somente ele pode fazer todas as coisas e acredita fielmente que ele sabe fazer melhor que todos, por conta disso não sabe delegar, dividir tarefas sacerdotais e instituir cada um em seu lugar;
  • Por conta do autoritarismo, se vê como ser supremo, mesmo dizendo que não, mas suas atitutes levam a dizer sim. Faz com que as águias tenham que se esconder em cavernas, mas são águias e não ursos! Os ursos hibernam e quando acordam, são ferozes, tem muita fome, destróem tudo o que veem pela frente.

Alguns que exercem o sacerdócio agem assim, pois isto faz parte de seu caráter, ou seja, é intrínseco, que não conseguem se perceber que agem e são assim, matando aos poucos a si e a outros.

Desta forma ocorreu com Saul, o próprio Deus havia se arrependido de tê-lo instituído rei. Isso só aconteceu depois de todas as atitudes de Saul citadas acima. Ele mesmo condenou-se à própria morte.

Saul podia ter tido grandes aliados, inclusive Davi, que juntos fariam do povo de Israel verdadeiros vencedores e seu sucessor e discípulo Davi teria-o como mestre e exemplo.

Importante também perceber que em toda história de Saul não há ninguém de destaque ao lado dele, ou como chamamos: seu braço direito. Unicamente seu filho Jonatas é citado: seu co-sanguíneo. Outra atitude da pessoa insegura e ciumenta: apenas os seus podem ser capazes, mas sob sua vigia, também não podem voar, pois estão sujeitos a ele.

Assim, esse sacerdócio enxerga todos ao seu redor como ovelhas e ele o pastor, mas esquece que as ovelhas são o povo que devem ter mestres. Os chamados por Deus são discípulos, pequenas águias que devem aprender a voar. O sacerdote deve ser mãe águia e fazê-los voar em lugares altos, pois este é, na minha visão, um dos principais trabalhos e ministério de todo sacerdote: criar águias, fazer discípulos, para que estejam preparados para ir a lugares altos, pregar o evangelho e fazer novos rebanhos.

Passemos agora para uma visão diferenciada, de um rei que exerceu seu sacerdócio sendo organizador da casa de Deus, um líder nato e alguém que sabia trabalhar em equipe.

Vejamos alguns prelúdios, antes de mergulharmos no rei Ezequias:

No livro de  2Cron 24:13-16, é descrito o seguinte:

Os homens encarregados do trabalho eram dirigentes, o que garantiu o progresso da obra de reforma. Eles reconstruiram o templo de Deus de acordo com o modelo original e o reforçaram.

Reparem: ser dirigente para garantir o progresso da obra do Senhor.

Reconstrução do templo, voltar ao original. Aquele que caiu, que deixou a Deus, deve voltar ao primeiro amor. Assim, quando voltar e reconstruir, será reforçado.

Tem pessoas que quando perdem o apoio espiritual de alguém cai. Este foi o caso do rei Joás.

2Cron 24:20

Porque desobedeceram os mandamentos do Senhor, não prosperarão, já que o abandonaram, Ele os abandonará.

2Cron 29 o REI EZEQUIAS

– reconstruir;

– abrir as portas;

– santificar;

– acender a lâmpada;

CAP 31:

Quando o rei Ezequias organizou o templo, fez exatamente o que estava escrito na lei: designou sacerdotes, levitas, cada qual com sua função e seus turnos, conforme a ordem do Senhor, pois esta ordem já havia sido dada a Davi.

E o próprio rei se dispunha de seus bens pessoais (abriu mão de si mesmo), para o sacrifício do dia (exercer o reinado que Deus confiou em suas mãos), complementando, ele teve que desprover de si mesmo, de suas vontades, desejos, sentimentos, até de realizar os serviços no templo, em obediência a Deus, uma vez que Deus havia ordenado desta forma a Davi: a separação de cada ministro em sua casa, isto é, no templo.

Ao rei competia ordenar a reparação do templo. Nos tempos de festas, realizar a organização. Liderar, partilhar em conjunto os afazeres.  A execução da obra no templo, sacrifícios e louvores cabiam aos ministros e levitas.

Quando Ezequias assim fez, o povo prosperou e a prosperidade foi tanta que voluntariamente o povo trazia suas ofertas, não precisava ser cobrado. A oferta era tão farta, que sobejava à casa de Deus em grande quantidade. Era tanta a fartura que despensas foram feitas na casa do Senhor para guardar o que sobrava. Assim também o rei Ezequias encarregou o que era preparado para fazer as despensas e organizar as ofertas.

Ezequias tinha líderes para cada grupo de acordo com cada função na casa do Senhor.

No Vs 20: foi isso que Ezequias fez em todo Judá. Ele fez o que era bom e certo, e em tudo foi fiel diante do Senhor, em tudo ele empreendeu no serviço do templo e na obediência. Trabalhou de todo seu coração, por isso prosperou e fez o povo prosperar.

Podemos observar aqui a diferença de reinado e rei entre Saul e Ezequias.

Vamos analisar o reinado e o comportamento do Rei Ezequias:

A diferença básica entre o caráter dos dois é o equilíbrio do self, ou seja, uma pessoa equilibrada emocionalmente consegue discernir entre o que é certo e o que é errado, entre o que é seu e o que não é seu, entre o que é para ser feito e o que é para outro fazer. Uma pessoa equilibrada não tem medo do porvir e nem de quem está por vir, não teme ser substituído, pois a substituição perpassa em sua consciência como uma etapa acabada, um ciclo fechado para dar início a outro, provavelmente novo e com desafios maiores. Abre o campo da visão, voa a lugares altos e o melhor: leva consigo tantos outros.

O rei Ezequias entendeu seu chamado e o propósito de Deus para seu ministério: reconstrução do templo, divisão de tarefas e restauração do povo. Ou seja, colocar ordem na casa, pois seus antecessessores deixaram algumas lambanças para ser resolvidas.

Firme em seus passos (pois uma pessoa com equilíbrio é firme e isso não significa ser durona) consegue, sem medo algum, expor seus sentimentos e compartilhar de suas angústias em busca de ajuda a fim de que possa se ver livre disso, pois é algo que a incomoda e paralisa seus afazeres, tanto físicos quanto psíquicos. Sabe que o melhor é buscar auxílio para poder libertar-se e continuar em sua jornada de liderança.

O rei Ezequias é um exemplo de rei-líder e que gostava de trabalhar em equipe. Acima comentei que trabalho em grupo é diferente de trabalho em equipe. Vejamos por quê:

Entre tantas diferenças destacam-se algumas:

Trabalho em Grupo Trabalho em Equipe
O culpado é sempre fácil de apontar. Não existem culpados, mas o time como um todo falhou.

 

Foco na tarefa. Foco no resultado final.
Divergências são raras e geram conflitos. Divergências são estimuladas e geram insights diferenciados.

 

Comunicação é segregada e desistimulada. Comunicação é transparente e coletiva.
Cada pessoa só conhece a sua área de trabalho. Todos sabem como a empresa funciona, de A a Z.
Os erros são inaceitáveis e causam danos na “cadeia de produção”. Os erros geram lições aprendidas.
O cliente pede, o chefe manda, o gerente supervisiona, o analista analisa, o desenvolvedor desenvolve e o testador testa. O cliente pede e acompanha, o chefe e o gerente supervisionam e suportam a equipe, e o time trabalha em conjunto, cada um com sua área de conhecimento, mas ajudando e discutindo as melhores soluções

 

Estas eram algumas das características que o rei Ezequias exercia para que todo o trabalho implantado tivesse o resultado final esperado: a reconstrução da casa do Senhor; mas se você é um rei impulsivo, ao invés de construir você dá uma garibada e acha que está tudo bem, não vê que os alicerces estão frágeis e logo tudo desmoronará.

O equilíbrio do rei Ezequias era tamanho que ele conseguia ouvir o que era preciso fazer: resgatou os que estavam caídos, colocou-os em seus devidos lugares (para onde foram chamados e escolhidos por Deus) que, por algum outro rei (como Saul) por conta de seus medos e angustias haviam colocado-os em cavernas, mas SÃO ÁGUIAS!!!! Águias vivem em altos penhascos.

Quando a pessoa sabe o que tem que fazer, sabe sua posição e seu lugar, ela não se preocupa com o outro se este será mais ou menos do que ela, pois isso não existe em seu pensar. O maior ou o menor estão na posição de igualdade e diferença, isto é, igualdade, pois exerce funções de extrema responsabilidade, assim como ele, e diferente justamente por ser função diferente, logo são aliados e não concorrentes.

Se o rei Ezequias vivesse nos tempos de Cristo ele estaria cumprindo o que o apóstolo Paulo assim descreveu:

Romanos 12:4-8

Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação,

Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.

De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;

Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino;

Ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.

Paulo mostra, ensinando aos que estavam exercendo o sacerdócio ou o ministério de Cristo que cada um tinha a sua função e que juntos, formavam um todo, para que este todo tenha sua funcionalidade completa e perfeita, como os membros do corpo. Imagine você se a orelha desse agora para querer falar ou se os olhos quisessem ser os pés, as mãos quisessem ver e assim por diante. Que bagunça seria não? Será que este corpo seria sadio e faria exatamente o que lhe foi proposto?

É como diz o ditado: cada macaco no seu galho ou cada um no seu quadrado.

O que podemos tirar disso tudo?

Está bem claro que existem dois tipos de governantes, reis, pastores, líderes, presbíteros ou qual quer que seja o nome dado ao que está acima: um que tem em si mesmo o fantasma da insegurança e prepotência e, permanece neste estado pois, não consegue enxergar a si mesmo com problemas em sua formação de caráter e não busca ajuda e outro que carrega consigo o dom de despertar dons, segurança e equilibrio, liderança e companheirismo, sofre as dores do mundo e dos sentimentos mas, partilha, resolve e liberta-se.

Arrisco dizer que este segundo sujeito, aqui comparado ao Rei Ezequias, cumpre o segundo principal mandamento de Deus: amar seu próximo como a ti mesmo.  Sempre digo às pessoas que me consultam: não dá para você dar aquilo que não tem nem para si mesmo.

Observando o reinado de Ezequias podemos perceber que assim como ele era livre (psiquicamente aqui estamos falando), ele deixava os que eram da casa e o povo livres, tanto era verdade que, a prosperidade era farta.

Quando você tem seu self livre, pronto para voar, tudo ao seu redor flui, a busca pela prosperidade torna-se real e próxima, ao contrário de quando você tem um self aprisionado, tudo parece enroscado, difícil, a prosperidade é árdua e você não consegue espalhá-la. Somente exorta, não consegue ensinar o povo a prosperar, este se sente amarrado, vazio, entristecido, com uma baixa auto-estima, são pintinhos: seus dons não são despertados, seus talentos são enterrados e este povo vive obstinado, incrédulo, apenas na esperança, mas a própria palavra diz em prov. 13:12 “a esperança demorada enfraquece o coração, mas o desejo chegado é a árvore da vida”, isto é, um povo que vive apenas na esperança sem ver nada acontecer em sua vida, é um povo com coração enfraquecido e desistente de seus sonhos e, obviamente a prosperidade, dom de Deus, não chegará até este.

Nesta esfera onde as coisas se encontram dessa maneira, é preciso fazer uma análise do exercício do sacerdócio, começando por si mesmo, seu âmago, seu self, sua psiqué ou se desejar sua alma, para que o exercício do sacerdócio seja livre e que liberte o povo.

Lembrando que os que também foram chamados para exercício do ministério e seja este qual for, não são ovelhas, são águias, algumas já prontas para voar, outras nascendo as penas, outras despertando do ninho, e estas, quando lideradas em equipe, são aliadas e não concorrentes.

Sabendo que, quando o exercício do sacerdócio ministra discípulos, estes iniciam suas carreiras porque viram no sacerdote um caráter único, um exemplo de pessoa e de mestre e como recompensa, querem ser iguais e vocam-se para o ministério.

Então, como você enxerga os que estão ao seu lado?

Apenas ovelhas que ainda lhe devem apenas obediência, ursos que devem viver hibernardos em cavernas ou águias que traçam vôos em lugares altos?

QUAL REI PREDONIMA SEU SACERDÓCIO: SAUL OU EZEQUIAS?

 

 

Rosemeire Duschek

Psicóloga